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 Aria - Agente da Ala Secreta de Dreamland

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Xiá

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Mensagens : 2
Data de inscrição : 05/07/2015

MensagemAssunto: Aria - Agente da Ala Secreta de Dreamland   Sab Mar 26, 2016 10:43 pm

Nome: Aria
Alcunha: -
Idade: 18
Data do aniversário: 20/03/1998

Personalidade: Graças a tudo o que passou decidiu passar uma imagem fria de si mesma, aprende depressa, é reservada e prudente. Determinada, corajosa, leal, carinhosa para o número limitado de pessoas que deixa que se aproximem, é bondosa, discreta, independente, apega-se facilmente, outra das características que tenta esconder. É reocupada com o mundo à sua volta, orgulhosa, demasiado direta, é impulsiva, verdadeira, desenrascada, protetora, realista. No fundo tem um grande coração e é muito sentimentalista mas não gosta de o mostrar pois acha que, dessa forma, se está a proteger e que estas características acabam por constituir uma fraqueza.
Gosta de ler, nadar, caminhar na floresta, de descansar nos troncos das árvores, não gosta de frio nem de pessoas demasiado emotivas.
Tem uma grande facilidade em fazer amigos graças aos seus poderes , mas ignora essas características pois não confia facilmente e não quer ser magoada pelas pessoas com quem começa a criar alguma empatia.
No fundo quer proteger-se a si mesma e age em função dessa ideia. Tem medo de sair desiludida e magoada das situações

História: Aria e o irmão foram criados pela sua avó paterna e viveram, até aos quinze anos, numa pequena casa na floresta de Dreamland. Aria teve uma infância feliz. Apesar da ausência dos pais, justificada por um trabalho exigente e misterioso, sempre teve o irmão em quem se apoiar, estabilidade e pessoas à sua volta que lhe incutiram bons valores e que, acima de tudo, a amavam. Descobriu os seus poderes quando tinha seis anos e manteve-os em segredo durante meses pois mais ninguém da família se assemelhava a ela, ou assim parecia. Durante uma das visitas mensais dos pais, a mãe de Aria encontrou-a no jardim a usar as suas capacidades recém descobertas e o seu segredo foi revelado. A avó sentiu-se culpada por Ária se ter visto obrigada a esconder os seus dotes já que ela própria possuía poderes curativos que escondera dos netos durante todo aquele tempo. Ajudou-a a controlar e a perceber o potencial da sua magia, que se tornava cada vez mais poderosa. Ao longo dos anos e da evolução dos seus poderes começava a aperceber-se que as visitas dos pais eram cada vez menos frequentes, até que, simplesmente, deixaram de aparecer. Perguntou várias vezes à avó o motivo e a resposta era sempre a mesma, breve, desinteressada e com um toque de repulsa: trabalho. Sabia que estava a mentir e que a razão para lhe esconder a verdade era que Aria afastou os pais. Não queriam uma filha com magia, tinham medo dela e dos seus poderes. Nenhum deles era assim e, apesar de muitos habitantes de Dreamland possuírem magia, não conseguiam aceitar que a filha fosse diferente deles. Este pensamento fê-la isolar-se dos amigos, ser seletiva nas pessoas em quem confiava o que se tornara novamente o seu segredo e, consequentemente, a deixar de usar os seus poderes em publico como fazia antigamente. Se os próprios pais a achavam uma aberração, o que é que as outras pessoas pensariam? Na noite do seu décimo quinto aniversário, enquanto jantava com o irmão e a avó a porta abriu de rompante e Arron e Genevieve (os pais da rapariga) entraram, acompanhados por um desconhecido alto, bem parecido, de olhos verdes penetrantes. Pediram para ver as crianças, diziam que lhes queriam contar a verdade e que era altura da avó as deixar ir. Nem Aria nem o irmão percebiam o que se passava, porque é que  a avó não os deixava estar com os pais? Porque é que eles tinham aparecido passado todo este tempo? Os adultos saíram da cozinha, quando a porta se voltou a abrir apenas os pais entraram na divisão. Era o momento da verdade, depois daquela conversa a vida de Aria nunca mais seria a mesma. Contaram-lhes que eram seguidores da Maré Negra, que a sua ausência se devia a trabalharem no Reino das Trevas. Tinham deixado de os visitar, não por causa dos poderes de Aria, mas porque Eleanor os proibira e os ameaçara que, se voltassem a aproximar-se das crianças, seriam denunciados à Ala Secreta do reino. Quando deixaram os filhos com a avó acreditaram que estavam a protegê-los dos inimigos que fizeram ao longo dos anos, quando atingissem os quinze anos iriam viver com os pais e começar o treino para combaterem o exército de Dreamland. Ambos ficaram chocados. A Maré Negra já tentara destruir o reino que eles tanto amavam inúmeras vezes, assassinaram inocentes e causaram o caos, porque é que os pais se juntaram a eles? Recusaram-se a juntar-se às trevas, a ir com os pais, queriam ficar com a avó, em Dreamland e continuar com as suas, esquecer que os pais alguma vez existiram. Não os deixaram. Arron e Genevieve pegaram nas crianças e arrastaram-nas para fora de casa contra sua vontade. Aria tentou usar os seus poderes mas o homem que acompanhara os pais impediu-a. Imobilizou-a com o seu olhar, com os seus olhos cor de esmeralda. Imóveis, ao serem arrastados para fora da casa, viram o corpo da avó, cinzento e imóvel, junto ao castanheiro em flor. Resistiram, preferiam tornar-se prisioneiros a ajudar a Maré Negra. Foram torturados, despejados numa masmorra pelos próprios pais durante três anos, três anos sem ver um raio de sol, sem cheirar as flores da primavera, sem estarem um com o outro. Não sabia se era noite, se o sol ainda se encontrava no céu, Aria, fraca, cansada viu um rebento de uma papoila nascer entre as pedras húmidas das paredes da masmorra. Era a sua oportunidade. Utilizou a sua magia para fazer crescer as raízes da planta e partir as correntes que a prendiam, deitar o portão de ferro a baixo e abrir caminho por entre os guardas até descobrir onde se encontrava o irmão. O contacto com a pequena flor dera-lhe alguma energia e, mais do que isso, deu-lhe esperança. Dirigiram-se à saída mas a sua fuga foi barrada pelos pais e por dois magos. Apesar de não treinar à anos, o seu talento puro levou a melhor mas, no meio da batalha, o segundo mago apanhara Adam. Podiam ficar ali, presos para a eternidade, ou ela podia tentar fugir e o irmão morreria. Era a única oportunidade que tinham de fugir, não a podia desperdiçar. Conseguiu soltar o irmão e escapar mas, quase a chegar à fronteira de Dreamland, Adam caiu. Verificou-lhe o pulso mas não conseguia sentir os batimentos do coração. Estava morto. Debruçada no corpo do irmão começou a sentir movimento, Adam levantou-se bruscamente e afastou a irmã, os seus olhos estavam brancos, sem vida, a pele cinzenta e fria, tal como a da avó. Aria lembrou-se de um feitiço que encontrara à muito tempo atrás na biblioteca do reino, um feitiço que permitia ao mago aprisionar a alma de uma pessoa num objeto separando-a do corpo, consequentemente, esse mago conseguia controlar  corpo sem vida da pessoa e esconder o objeto onde aprisionara a alma de modo a que estes nunca mais se reunissem. Será que fizeram isso ao Adam? Para realizar o feitiço necessitavam de algo que lhe pertencesse, cabelo, uma lágrima,sangue , um objeto com valor sentimental... o mago podia facilmente ter arrancado cabelo ao rapaz durante a luta. Onde será que tinham aprisionado a alma? O objeto tinha de estar perto do rapaz e ter origem natural, uma pedra preciosa ou semi-preciosa era, normalmente, a escolha mais fácil e rápida, ideal para a situação onde se encontravam já que canalizava magia de forma excelente. Lembrou-se que o irmão possuía um colar de quartzo, olhou para o seu pescoço e lá estava ele. Conseguiu obter o colar aprisionar ,Adam com raízes das árvores mais próximas e fugir para a cidade. Não tinha ninguém a quem recorrer, estava exausta, faminta e desesperada. Desmaiou no meio da cidade e foi encontrada por um curandeiro que pertencia à Ala Secreta, Satoshi. Ele levou-a para cede da Ala com o intuito da interrogar, já que, a juntar ao seu mau aspeto, nunca a tinha visto no reino. Passaram quatro dias até ela finalmente acordar, quando o fez os membros da Ala Secreta reuniram-se à sua volta para ouvir a sua história. Sayuri confirmou que a alma de Adam estava presa no colar, o que dava credibilidade à sua história. Todos pareciam acreditar nela, à exceção de Satoshi, que permanecia desconfiado. Aria queria pertencer à Ala, combater o Reino das Trevas, ajudar Dreamland re salvar o irmão. Depois de recuperar totalmente começou o seu treino, agora, precisa de mostrar aos agentes o que realmente vale, que podem confiar nela, que está determinada em ser um deles e em recuperar o irmão, custe o que custar.

Aparência:
Cabelo branco e comprido, olhos cinzento, alta, tem orelhas e cauda de raposa.

Imagem:
 

Onde vive: Dormitório da Ala Secreta
Familiares: Adam - irmão mais velho
Arron - pai
Genevieve - mãe

Emprego: -
Estado Civil: Solteira

Ala a que pertence: Começou os treinos na Ala Secreta à menos de uma semana

Poderes: Aria tem uma forte ligação com a natureza o que lhe permite comunicar com todos os seres vivos que a constituem. Assim, consegue conversar com plantas e faz com que estas se movam à sua vontade. Pode fazê-las crescer e controla-as como quiser mas não é capaz de fazer com nasçam espontaneamente. Os seus poderes fazem com que perceba os animas e estes também a percebam. As suas capacidades comunicativas também são úteis com humanos já que ajudam-na a ser persuasiva e a fazer amizades rapidamente (apesar de ser uma pessoa reservada, seletiva e até solitária). Tem de estar em contacto com a natureza constantemente ou começa a ficar fraca, cansada, com sintomas tanto físicos como psicológicos. As suas características animais (orelhas e cauda de raposa) são resultado dos seus anos em cativeiro, que a mantiveram afastada da natureza. Graças a essa perda de contacto, o seu corpo começou a sofrer mutações. Graças aos seus poderes é incapaz de matar qualquer ser vivo.

Armas: Duas espadas que aprendeu a manejar graças ao treino na Ala Secreta

Nome do animal de estimação: -
Aparência: -
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